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Thaís
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Tudo o que provém de mim, depende do meu "estado de espírito", que conseqüentemente depende do que acontece a minha volta, que conseqüentemete, depende da forma como eu vejo as coisas acontecendo, que conseqüentemente depende do meu "estado de espírito"...
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Posted: 07:14 PM, 6/5/2008 in Thaís RRP |
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Quando algumas pessoas vão entender que não são donas de outras e que só podem dar alguma ordem, independente de ser obedecida ou não, enquanto estiverem com alguém? Mas a partir do momento que esse alguém se cansa dessa falta de liberdade ou privacidade, ou até mesmo de compreensão, ai se vê que ninguém é de ninguém. Então por que ter que se cansar e partir para mostrar isso? Não dá para imaginar e tentar entender sem causar danos maiores a ambos?
Infelizmente, percebo que não, é necessário passar pelo obstáculo para saber que realmente era um obstáculo e se arrepender de não ter passado por cima e ter perdido tanto tempo, ter se desgastado tanto com um simples detalhe que ao darmos tanta importância, se torna um inimigo gigante! |
Posted: 09:16 PM, 4/5/2008 in Thaís RRP |
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| “Para mim, sábio não é aquele que proclama palavras de sabedoria, mas sim aquele que demonstra sabedoria em seus atos.” |
Posted: 11:52 AM, 29/4/2008 in São Gregório |
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" Perdoar e esquecer equivale a jogar pela janela experiências adquiridas com muito custo. Se uma pessoa com quem temos ligação ou convívio nos faz algo de desagradável ou irritante, temos apenas de nos perguntar se ela nos é ou não valiosa o suficiente para aceitarmos que repita segunda vez e com frequência semelhante tratamento, e até de maneira mais grave. Em caso afirmativo, não há muito a dizer, porque falar ajuda pouco. Temos, portanto, de deixar passar essa ofensa, com ou sem reprimenda; todavia, devemos saber que agindo assim estaremos a expor-nos à sua repetição. Em caso negativo, temos de romper de modo imediato e definitivo com o valioso amigo ou, se for um servente, dispensá-lo. Pois, quando a situação se repetir, será inevitável que ele faça exactamente a mesma coisa, ou algo inteiramente análogo, apesar de, nesse momento, nos assegurar o contrário de modo profundo e sincero. Pode-se esquecer tudo, tudo, menos a si mesmo, menos o próprio ser, pois o carácter é absolutamente incorrigível e todas as acções humanas brotam de um princípio íntimo, em virtude do qual, o homem, em circunstâncias iguais, tem sempre de fazer o mesmo, e não o que é diferente. (...) Por conseguinte, reconciliarmo-nos com o amigo com quem rompemos relações é uma fraqueza pela qual se expiará quando, na primeira oportunidade, ele fizer exactamente a mesma coisa que produziu a ruptura, até com mais ousadia, munido da consciência secreta da sua imprescindibilidade."
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Posted: 12:08 AM, 28/4/2008 in Artur Schopenhauer |
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“Está suficientemente claro que a vida humana deve ser algum tipo de erro, com base no fato de que o homem é uma combinação de necessidades difíceis de satisfazer; ademais, se for satisfeito, tudo que obtém um estado de ausência de dor, no qual nada resta senão seu abandono ao tédio. Essa é uma prova precisa de que a existência em si mesma não tem valor, visto que o tédio é meramente o sentimento do vazio da existência.
Se, por exemplo, a vida – o desejo pelo qual se constitui nosso ser – possuísse qualquer valor real e positivo, o tédio não existiria: a própria existência em si nos satisfaria, e não desejaríamos nada. Mas nossa existência não é uma coisa agradável a não ser que estejamos em busca de algo; então a distância e os obstáculos a serem superados representam nossa meta como algo que nos satisfará – uma ilusão que desvanece assim que o objetivo é atingido” |
Posted: 11:48 PM, 27/4/2008 in Artur Schopenhauer |
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Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.
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Posted: 11:27 PM, 27/4/2008 in Clarice Lispector |
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